Graduação em Filosofia
  • Sexto Empírico e as Téchnai. Palestra com o professor Dr. Rodrigo Pinto de Brito (UFS)

    Publicado em 04/03/2018 às 19:58

    Sexto Empírico e as Téchnai. Palestra com o professor Dr. Rodrigo Pinto de Brito (Universidade Federal de Sergipe – UFS). Data: 07 de março de 2018. Local: Auditório do CFH. Horário: 14:20. Informações sobre o palestrante: Bacharel e Licenciado em Filosofia pela UERJ (2001-2006); Mestre (2009-2010) e Doutor (2011-2013) em Filosofia pela PUC-Rio; Licenciatura incompleta em Letras Português-Grego pela UERJ (2011-2013). Pós-Doutorado em Filosofia pela University of Kent- UK (2015). Atualmente realiza Doutoramento em Linguística pela UFJF (2018-atual). É professor de História da Filosofia Clássica e Helenística na UFS (2013- atual). Atua em pesquisas e traduções de fontes primárias nas áreas de História da Filosofia Helenística e Tardo-Antiga, notadamente Ceticismo Pirrônico e Estoicismo. Publicou pela EdUNESP duas traduções de obras de Sexto Empírico em parceria com Rafael Huguenin (Contra os retóricos: 2013; Contra os gramáticos: 2015) e vários artigos sobre o tema. É membro dos grupos de estudo: ARCHAI-UnB (Filosofias Helenísticas e Tardo-antigas: recepção e dialética); GEFIL-UFS (concepções antigas de ?linguagem?); Laboratório de Estudos Hum(e)anos-UFF (da Filosofia Política e das crenças); Diáspora Atlântica dos Sefarditas-UFS (as correntes e temas filosóficos que perpassam a obra de Abraham cohen de Herrera).(Fonte: Lattes http://lattes.cnpq.br/1844128902889523 ).


  • Seleção para Monitoria 2018.1

    Publicado em 28/02/2018 às 14:12

    Estão abertas as inscrições para monitoria nas seguintes disciplinas:

    FIL5601- História da Filosofia I  (Profª. Marina dos Santos / Luís Felipe Netto Lauer)

    FIL5600- Teoria do Conhecimento (Prof. Alexandre Meyer Luz / Prof. Marco Franciotti)

    FIL5631- Lógica I (2 vagas) (Prof. Cezar Mortari / Prof. Jonas Arenhart)

    FIL5650- Estética (Prof. Ulisses Vaccari / Profª Cláudia Drucker)

    FIL5611- Ética I (Prof. Janyne Sattler / Prof. Darlei Dall’Agnol)

    As inscrições devem ser realizadas na Secretaria do Departamento de Filosofia.

    Início das inscrições: 28/02/2018

    Término das inscrições: 07/03/2018

    Horário das inscrições: 09 às 11 e 12 às 16:30

    No dia 07/03/2018 será divulgada a lista dos inscritos para cada disciplina. (Endereço: http://filosofia.ufsc.br) Na mesma data serão divulgados os horários da seleção, para cada disciplina, e os critérios específicos a serem observados, além do critério básico de já ter cursado a disciplina correspondente à vaga de monitoria e ter sido aprovado com nota mínima 07 (sete).

    Endereço de divulgação: http://filosofia.ufsc.br/

    Discourse into the Night,”  from Pentateuch of Printing with a Chapter on Judges by William Blades (1891)

     


  • Interdição de circulação no Bosque do CFH até dia 27/02/2018

    Publicado em 15/02/2018 às 12:17

    Caros alunos,

    Devido ao corte de eucaliptos do bosque do CFH, não será permitido o acesso ao bosque até dia 27/02/2017 por razões de segurança.

    Memo07 (Comunicado interno) Corte de árvores exóticas no bosque do CFH

    Memo_Circ._01_2018_CGAGR aviso de isolamento áreas do Bosque


  • Ciclo de Palestras da Graduação. Organização: CAFIL

    Publicado em 27/11/2017 às 23:19


  • Investigações Helênicas. Dias 6, 7 e 8 de dezembro

    Publicado em 27/11/2017 às 14:12


  • I Encontro do GT de Teoria Crítica

    Publicado em 22/11/2017 às 15:56


  • Encontro de Filosofia Contemporânea. Foucault: As palavras e as coisas. 22 e 23 de novembro

    Publicado em 13/11/2017 às 12:46


  • CineDebate: “A garota Dinamarquesa”. Dia 16 de novembro. Organização: CAFIL

    Publicado em 08/11/2017 às 17:35

    “O Centro Acadêmico Livre de Filosofia convida todas e todos para o 3º filme do Ciclo de CineDebate que, em homenagem ao Dia Internacional da Memória Transexual (TDoR) — dia 20 novembro — e como instrumento de resistência para estudantes transexuais/travestis que residem no país mais transfóbico do mundo, exibirá o filme “A Garota Dinamarquesa” de Tom Hooper, seguido de debate com a mediação da estudante de ciências sociais transexual Kelly Vieira Meira após a exibição. ⚧”

     


  • Colóquio Republicanismos: dias 8 e 9 de novembro (PPGFIL – UFSC)

    Publicado em 07/11/2017 às 09:19

    O caderno de resumos pode ser acessado aqui: https://drive.google.com/ open ?id=0B82EeHSKDeU0V19xUkg0Y1JYM1E


  • Experimenta – 6 a 10 de novembro. Promoção: SECARTE – UFSC

    Publicado em 05/11/2017 às 15:44


  • Jornada Schiller

    Publicado em 30/10/2017 às 15:27


  • É o argumento do terceiro homem sólido? Professor Dr. Luca Jean Pitteloud (UFABC)

    Publicado em 26/10/2017 às 13:27


  • Bolsistas da UFSC fazem campanha contra extinção do Programa de Iniciação à Docência

    Publicado em 25/10/2017 às 13:00

    Estudantes da licenciatura em Ciências Biológicas e bolsistas do PIBID. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

    Entre os 130 expositores da 16ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (SEPEX/UFSC), realizada de 19 a 21 de outubro, alguns apresentavam as ações do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) nos diversos cursos de licenciatura na universidade. Para além de exporem as experiências dos bolsistas no programa, os estandes também exibiam cartazes com a campanha “#FicaPIBID”. O PIBID, que existe na UFSC desde 2010, tem atualmente 227 bolsistas de 14 cursos de licenciatura da universidade, o que demonstra sua ampla abrangência e consolidação como atividade essencial na formação de futuros professores. O motivo das mobilizações durante a SEPEX é a possibilidade de extinção do programa a partir de 28 de fevereiro de 2018, quando se encerra o edital vigente. O Governo Federal, até o momento, não publicou novo edital, como seria previsto. E além disso, acaba de apresentar um substituto ao programa.

    O Ministério da Educação (MEC) lançou na quarta-feira, 18 de outubro, a Política Nacional de Formação de Professores. Apresentado como um programa “inédito” que visa a “modernização” do PIBID, essa nova proposta está muito aquém das expectativas e necessidades dos estudantes, o que é motivo de preocupação da comunidade universitária. Para o professor do Departamento de Metodologia do Ensino e coordenador do PIBID na UFSC, Hamilton de Godoy Wielewicki, a extinção do programa terá consequências negativas para a educação no país. “O momento atual é para nós de muita preocupação. Não quero ser prematuro na análise, pois tudo que o governo publicou até agora foi apenas o powerpoint da apresentação do ministro e uma notícia. Não há ainda um documento oficial, uma resolução, uma portaria, uma medida provisória. Ou seja, não há documentos que possam efetivamente basear uma análise consolidada. Mas a maneira como está apresentado e algumas coincidências com políticas de outros estados do país, especialmente o estado de São Paulo, nos causa bastante preocupação.”

    Segundo o professor, uma das medidas da nova política será direcionar toda a atuação do PIBID para escolas com Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) baixo. “Temos atuação em escolas com essa característica, mas pensando como um programa de formação docente, é preciso pensar também em espaços de excelências nos quais os alunos e futuros professores possam se formar. Também nos preocupa bastante a ausência de informação sobre as possibilidades de acompanhamento adequado desses estudantes em formação por profissionais habilitados. Ou seja: professores formadores da universidade e professores co-formadores nas escolas.” Esse acompanhamento a que Hamilton se refere está previsto na proposta inicial do programa. Conforme consta no site da CAPES, o PIBID visa “promover a inserção dos estudantes no contexto das escolas públicas desde o início da sua formação acadêmica para que desenvolvam atividades didático-pedagógicas sob orientação de um docente da licenciatura e de um professor da escola.”

    Os diversos relatórios  apresentados à CAPES e os seminários de avaliação do PIBID realizados na UFSC têm demonstrado o enorme impacto pedagógico do programa. Hamilton argumenta que a presença do PIBID nas escolas faz diferença tanto para a formação dos professores, como também para a aprendizagem dos alunos e para a dinamização das práticas de ensino nas instituições. “E não podemos deixar de lado que a maioria desses 227 bolsistas depende, sob certa medida, das bolsas que ganham para auxiliar na sua manutenção na universidade. Uma eventual perda de um volume tão significativo de bolsas precisa ser visto com bastante preocupação. Esse é um momento grave para a história do PIBID e mesmo para a formação docente como um todo. Uma reforma apressada, como essa que estão fazendo, impossibilita o debate. É realmente preocupante que essas políticas, esses instrumentos, não sejam construídos com a participação das pessoas que dedicam sua vida profissional a isso”, afirma.

    Experiências positivas

    Ana Carolina Schmitz, 23 anos, está na 10ª fase da licenciatura em Ciências Biológicas e é bolsista do PIBID no Colégio de Aplicação (CA/UFSC). Ela também receia o novo formato proposto pelo MEC: “Não teríamos mais tanta liberdade para atuar nas escolas. O PIBID hoje nos proporciona certa liberdade para desenvolver projetos com alunos e professores. Podemos abordar assuntos que extrapolam os currículos convencionais. Eu, por exemplo, não trabalho em sala de aula. Estou desenvolvendo uma mostra de cinema com os alunos. Nesse novo formato, isso provavelmente não será mais possível. Os bolsistas serão apenas estagiários em sala de aula e terão que cumprir o currículo estabelecido.”

    Kananda Cristina. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

    Kananda Cristina Ribas, 30 anos, estudante da 4ª fase do curso de Química, é bolsista do PIBID há um ano. Ela atua na Escola Vereador Oscar Manoel da Conceição, no Rio Tavares. Para a estudante, além de contribuir para sua formação, o programa também ajudou na sua escolha profissional. “O PIBID agrega muita coisa. Eu estava em dúvida sobre fazer licenciatura ou não e minha experiência como bolsista está sendo importante para eu conhecer e vivenciar a situação das escolas. É uma oportunidade de fazer coisas diferentes, de aprender com os professores, com os alunos e também com outros bolsistas. Participar do programa me deixou muito mais motivada para permanecer no curso.”

    Vinícius José da Silva. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

    Outro estudante da licenciatura em Química, Vinícius José da Silva, 22 anos, está na 5ª fase do curso e é há oito meses bolsista do PIBID na Escola Padre Anchieta. Para ele, o PIBID possibilita ampliar os horizontes da prática de ensino e desenvolver novos métodos de interação com os alunos. “O que vivenciamos nas escolas é muito mais abrangente do que temos em sala de aula. Aprendemos a lidar com diferentes situações, diferentes alunos. Eu acompanhei um estudante que é diagnosticado com esquizofrenia e transtorno bipolar. Ele tinha muita dificuldade de aprendizado, mas consegui ajudar a professora a fazê-lo se interessar mais, a aprender a matéria. Nós desenvolvemos experiências em sala de aula, realizamos jogos, gincanas, entre várias outras atividades que incentivam o aprendizado.”

    Rafaeli Saibro. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

    Rafaeli Saibro, 31 anos, da 10ª fase da licenciatura em Ciências Biológicas, é bolsista do PIBID há dois anos e meio. Atuou na Escola Padre Anchieta, no bairro Agronômica, e hoje está no Instituto Estadual de Educação, no Centro. Ele considera que o programa está sendo fundamental para sua formação: “Podemos conhecer o dia a dia da escola, onde existe uma troca de experiências muito rica com os professores, supervisores e alunos. Isso nos ajuda no processo de construção da nossa identidade profissional e, no meu caso, me deu muito mais segurança para a fase que estou agora, que é o estágio obrigatório. Eu já conheço o espaço escolar, a realidade da escola pública.”

    O estudante também lamenta a possibilidade de extinção do programa: “Estamos vivendo uma anomalia democrática e muitas políticas, principalmente na área da educação, estão sendo ameaçadas. Exemplos disso são a Reforma do Ensino Médio e a Escola Sem Partido. No caso do PIBID, não existe nenhuma pesquisa, nenhum dado que aponta qualquer aspecto negativo do programa. Pelo contrário, os estudos só mostram como o PIBID tem potencializado a formação docente. Ele é considerado um programa de excelência e o maior avanço nos últimos 10 anos nessa área. Então não há razões para o PIBID estar ameaçado. Para que substituir um programa que está dando super certo? E isso ainda está sendo feito sem nenhum diálogo.”

    Números do PIBID na UFSC
    227 estudantes bolsistas de licenciaturas
    19 coordenadores de área de todas unidades universitárias que oferecem cursos de licenciatura (CCB, CCE, CED, CFH e CFM)
    40 professores supervisores de escolas públicas
    14 subprojetos, envolvendo os seguintes cursos de Licenciatura: Ciências Biológicas, Ciências Sociais, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Letras Espanhol, Letras Inglês, Letras Português, Matemática, Pedagogia, Psicologia e Química.
    16 escolas de educação básica, sendo 9 escolas da rede estadual, 6 da rede municipal e 1 da rede federal, o Colégio de Aplicação da UFSC

    A Política Nacional de Formação de Professores apresentada pelo MEC está disponível aqui.

    Mais informações sobre o PIBID na página da CAPES, na página do programa na UFSC ou pelo e-mail 

    Daniela Caniçali/Jornalista da Agecom/UFSC


  • I Colóquio Imagem e Imaginação

    Publicado em 25/10/2017 às 12:46
    O “I Colóquio Imagem e Imaginação: Perspectivas históricas e conceituais”, que ocorrerá entre os dias 29, 30 de novembro e 01 de dezembro, no campus Trindade da UFSC em Florianópolis, tem como objetivo a formação de um ambiente no qual pesquisadores(as) de diversas universidades do país poderão se encontrar para apresentar, discutir e aperfeiçoar suas investigações filosóficas. Até o dia 15 de novembro receberemos resumos de professores(as), pós-graduados(as) e pós-graduandos(as) em Filosofia e áreas afins para a apresentação de comunicações de até 40 minutos que abordem uma ou algumas das temáticas elencadas a seguir:
    1. Tratamentos históricos da Imaginação;
    2. A Imaginação na Filosofia da Arte e na Estética;
    3. A Imaginação na Filosofia da Mente e nas ciências cognitivas;
    4. A Imaginação na Epistemologia, Filosofia da Ciência e Filosofia da Matemática.
    Conferencistas convidados:
    Diogo de França Gurgel (PPGF/UFF)
    Celso Reni Braida (PPGF/UFSC)
    Gabriel José Corrêa Mograbi (PPGF/UFMT)
    Nazareno Eduardo de Almeida (PPGF/UFSC)
    Pedro Dolabela Chagas (DELLIN/UFPR)
    Ulisses Razzante Vaccari (PPGF/UFSC)
    Visualizar o anexo CARTAZ-IMAG.pdf

    CARTAZ-IMAG.pdf
    2.6 MB

  • Ciclo de Palestras da Graduação. Organização: CAFIL

    Publicado em 23/10/2017 às 11:05